abaixe a bola

17/03/2026

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abaixe a bola

por mais que pareçam existir infinitas opções, nem todas são realmente para você. você é capaz de fazer qualquer coisa, assim que entender que não dá para fazer tudo.

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NA GAVETA
  1. Esse vídeo antigo complementa o POV de hoje. 🤔

  2. Esse chá é simplesmente maravilhoso! Estou apegada a ele. 🫖

  3. Há livros que são como um soco e um abraço ao mesmo tempo. Este é um deles. 📖

  4. Esta playlist é ótima para você deixar rolando em um almoço ou jantar. 🎶

  5. Estou apaixonada por este livro de receitas. E o melhor: ele vai te fazer viajar pelo mundo. 🍽️

  6. Já deixou de agir por medo de não ser bom o suficiente? Falamos sobre a autossabotagem disfarçada de perfeccionismo neste podcast.

POV

Certa vez, o filósofo Søren Kierkegaard disse o seguinte: “a ansiedade é o mal-estar da liberdade.

Ele viveu muito antes de “ansiedade” se tornar um termo comum e foi um dos primeiros pensadores a de fato tratar especificamente esse tema. Há um ponto-chave em seu raciocínio sobre a ansiedade: a quantidade de opções.

Vivemos em uma era em que, como nunca antes, tantas pessoas têm acesso à tantas coisas que antes simplesmente não eram possíveis: informação, saúde, proteção, conforto…

Considerando toda a história da humanidade, há pouquíssimo tempo — pouquíssimo mesmo — em que temos a possibilidade de ir a um supermercado e encontrar comida pronta, comunicar-nos com alguém que precisamos em menos de um dia, ou ter conforto e segurança dentro de uma casa.

Temos mais possibilidades e oportunidades do que a maioria dos seres humanos que viveram até aqui — e, ao mesmo tempo em que isso é uma dádiva, também é um fardo.

Pense comigo: se te deixassem em um deserto, seu grande motivo de ansiedade não seria a possibilidade de ficar sem água ou não ter para onde ir — isso seria um motivo de desespero.

  • Seu motivo de ansiedade provavelmente seria olhar ao seu redor, ver tantas direções possíveis e não saber por qual seguir.

A ansiedade é o mal-estar de quem tem, em certa medida, a possibilidade de escolha. 

Por exemplo, alguém que não tem nada provavelmente agarrará a primeira oportunidade que surgir para fazer algo que lhe ofereça alguma coisa. Quem tem opções acaba se perdendo — e, às vezes, paralisando — entre as possibilidades.

Se você está lendo isto, acredito que tenha o privilégio que a maioria não tem: escolher entre uma coisa ou outra. Afinal, você tem um celular, um computador ou qualquer outro dispositivo que esteja usando para receber esta newsletter.

  • Você faz parte de uma parcela privilegiada da população e, provavelmente, já precisou lidar com a ansiedade em certa medida.

Mas, afinal, o que fazer para reduzi-la? Existem algumas coisas a se fazer, mas, nesse pequeno espaço que tenho, quero pontuar algo em que talvez você ainda não tenha pensado e que já está ao seu alcance:

Talvez você precise reduzir o acesso que certas coisas têm até você ou diminuir seu contato com elas. 

Não só literalmente, mas também simplesmente abraçando a ideia de que, embora existam muitas opções, nem todas são possibilidades reais para você. Às vezes, o melhor a fazer diante disso é dedicar-se verdadeiramente à escolha feita, sem remoer cenários com tantas outras possibilidades.

Você precisa desapegar-se de muitas das suas ideias e, aos poucos, entender que realmente não precisa de tudo aquilo que fizeram você acreditar ser essencial. Neste texto, inclusive, falei mais especificamente sobre como o “suficiente” não é pouco.

As possibilidades podem até ser infinitas, mas o seu contexto, as suas habilidades, as suas limitações, o seu conhecimento, as suas conexões e, principalmente, seu tempo sempre as reduzirão a poucas opções.

Sendo assim, é preciso primeiro aprender a lidar com a frustração que é intrínseca à essa realidade e, depois, entender que uma escolha exige abdicações, persistência e fidelidade.

Ou seja, em certa medida, acalmar a sua ansiedade exige abrir mão de um pouco de liberdade, pois só assim é possível comprometer-se de verdade com algo.

DESAFIO DO DIA

63,72% de todos os votantes (113 pessoas) na enquete da edição anterior (12/03) conseguiram listar, seja num pedaço de papel ou no bloco de notas do seu celular, sua ordem de prioridades.


👯 “Percebi que esqueci minhas amizades na lista e acabei refletindo muito sobre isso. Num geral, é algo que eu preciso melhorar, assim como seguir essa lista e deixar de colocar coisas menos importantes acima da família, por exemplo.

📝 “Esse exercício foi muito importante para mim, pois defini muitas metas para este ano, mas sei que é impossível conciliar tudo perfeitamente: vida com Deus, faculdade e estudos, saúde física e mental, vida social e outras metas. Definir o que é prioridade foi essencial para mim, visto que estava começando a me frustrar por não conseguir ser 100% em tudo. Ao realizar essa atividade, pude refletir em quais áreas e metas realmente quero fazer o meu melhor neste ano para que eu viva uma vida com propósito e objetivos alinhados com o lugar que desejo chegar.

💤 “Sim, há um tempo eu faço algo que aprendi: chama-se ‘hora da preocupação’. Basicamente, se algo estiver te perturbando em um momento que não deveria/poderia/queria pensar naquilo, escreva no bloco. Depois, tire 15 min para destrinchar essa preocupação da raiz... Da muito certo e eu indico. Escrevi no bloco sobre isso, a resposta foi sono, mente, carreira e corpo. Depois, verifiquei o que estava fazendo no AGORA para prosseguir com cada um deles, foi esclarecedor.

E sobre o desafio da última edição: você conseguiu pensar nas relações importantes da sua vida e se perguntar: em quais delas você se sente mais inteiro e em quais precisa esconder partes de si para se encaixar?

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Vamos ao desafio de hoje…

Leve a sério essa tarefa, pois ela é muito mais profunda do que pode parecer:

Reserve um tempo para refletir e elencar UMA coisa na qual queira se tornar realmente bom.

Que um dia você possa olhar para trás e se orgulhar de ter feito esse algo realmente bem feito, pois talvez isso seja o suficiente.

APRESENTADO POR BINANCE

Luxo fake: você sabe identificar o que é falso?

Vivemos na era das aparências, onde muitos gastam mais energia sustentando o lado de fora do que construindo o conteúdo lá dentro. Ou pior: criando suas versões fakes usando uma tecnologia que ainda está sendo aperfeiçoada.

  • No mundo dos produtos isso também acontece. O mercado de falsificações movimenta cerca de 500 bilhões de dólares por ano.

Porém, assim como a máscara cai para as pessoas que não sustentam quem dizem ser, uma tecnologia criou esse "filtro" para os produtos falsificados: bolsas, relógios, sapatos etc.

Grandes marcas como Prada e Cartier têm usado para registrar tudo que envolve suas peças: onde, quando e com o que foi feita. Assim, é possível identificar o que é fake e o que não é. E esse banco de dados, chamado de Blockchain, guarda as informações de tudo.

👀 Isso também vale para outros produtos e até para investimentos. Dá uma olhada nesse vídeo, feito pela Binance, pra entender como você identifica o que é real e o que é fake.

FILOSOFANDO

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

O Pequeno Príncipe

Reli O Pequeno Príncipe recentemente e estava na cozinha de casa, conversando com minha madrasta sobre esta frase. Qual o significado real dela?

Quem sou eu para discordar de um clássico, né? Mas vamos combinar: há algo perigoso nessa ideia de responsabilidade eterna.

Ela soa romântica, mas também pode ser aprisionadora, como se o simples fato de ter tocado alguém tornasse você para sempre obrigado a permanecer ali, mesmo quando o vínculo se desgasta e o afeto se esgota.

  • Isso me parece um tanto pesado demais. Alimenta culpa, dependência e até relações que já perderam o sentido.

Chegamos a conclusão de que talvez o sentido mais profundo não seja esse. Talvez essa “responsabilidade” não tenha a ver com permanecer, mas com o impacto.

Porque, quando você cativa alguém — quando toca, afeta, se conecta — inevitavelmente deixa marcas, e as marcas ficam, mesmo que você vá embora, mesmo que o laço mude.

É nesse sentido que talvez sejamos mesmo eternamente responsáveis: pela lembrança que deixamos, palavras que dissemos e forma como fizemos alguém se sentir.

Você não precisa carregar ninguém para sempre, mas pode — e deve — estar consciente do que desperta nos outros.

Porque cativar é fácil, enquanto sustentar a delicadeza de ter atravessado o mundo interno de alguém... isso sim exige responsabilidade. E você, concorda ou discorda dessa frase?

@Gabi

APRESENTADO POR TOTALPASS

Rica na vida porque posso me exercitar quando eu quiser

Desculpas como sair tarde do trabalho, o trânsito não colaborar ou a sua academia ficar no sentido oposto de onde você precisa estar... não serão mais um obstáculo pra movimentar o corpo.

A ciência diz que segredo da constância está em eliminar o atrito, como o "é longe demais" ou “não quero ir sozinha”. E quem te ajuda a eliminar vários desses atritos é a Totalpass. Você fecha um plano mensal e ganha um passaporte para mais de 33 mil academias e 250 modalidades.

Não importa onde você esteja, sempre vai ter uma Smart Fit, uma Bio Ritmo ou um estúdio de Yoga no seu caminho. Aproveite aqui e chame as amigas para todas as aulas possíveis. 🧘🏽‍♀️

DESABAFO

Tenho a sensação de que não sou suficiente para ninguém.

Acredito que se você não se enxerga como suficiente para si mesma, também não verá que será assim para alguém.

Se ser suficiente para alguém é “ter a possibilidade de ser amada” por alguém, isso deve começar dentro de você, com o seu amor próprio.

Porque, qual é a regra da suficiência? O que você tanto precisa para alguém te ache suficiente? Se for a perfeição… sinto muito, você jamais o será!

  • Mas quando enxergamos valor em nós mesmos, pode ter certeza: é mais fácil ACREDITAR que alguém também vai acreditar. Com isso, de fato, agir de uma forma em que você não vai se autossabotar antes que isso aconteça.

O seu valor não está no que você tem, mas sim no que você é — e você já é o que é. Então, reconheça o seu valor e acredite que alguém também o verá, porque sim, verá! Como dizem os antigos: para toda panela, há uma tampa.

@Manu

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LAST BUT NOT LEAST

Não dá para abraçar o mundo; abrace o essencial.

OPINIÃO DO LEITOR

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RODAPÉ

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