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uma questão de ajuste
04/06/26

BOM DIA
uma questão de ajuste
aquilo que você mostra ao seu cérebro com maior frequência é aquilo que ele se acostuma a enxergar em todo lugar. quanto mais você percebe as coisas boas, mais elas irão aparecer no seu caminho. é uma questão de ajustar a sua atenção.
….

A “escolha certa” existe mesmo? 🤔
Isso aqui é para você — ou para aquele alguém no seu círculo social — que não conhece o peso silencioso de viver tentando corresponder às expectativas dos outros o tempo inteiro. 😰
O POV de hoje veio deste livro. 📚
Duvido você não ficar com água na boca com essa receita SAUDÁVEL! 😱
Fala sério… 😍🎶


Já ouviu alguém falar sobre fazer uma lista de gratidão ao final do dia? Cientificamente, existe sentido e efetividade em listar motivos para agradecer — e é isso que vou te explicar hoje.
Lendo o livro O Jeito Harvard de Ser Feliz, um dos conceitos mais interessantes que encontrei foi o do “Efeito Tetris”.
Em um estudo da Faculdade de Psiquiatria de Harvard, pesquisadores pagaram algumas pessoas para passarem várias horas jogando Tetris ao longo de três dias. Dias depois do estudo, os participantes não conseguiam parar de imaginar blocos de diferentes formatos, como os do jogo, caindo do céu.
Isso é o que foi chamado de “Efeito Tetris”. Ele resulta de um processo muito comum no nosso cérebro, chamado de “imagem residual cognitiva”.
É como aquele ponto azul que fica na sua visão depois de tirar uma foto com flash. Aquilo que você olha grava momentaneamente uma imagem no seu campo visual, de forma que, quando observa o resto do mundo, também vê aquele padrão de imagem gravado. Isso é uma imagem residual no seu cérebro.
Estudos subsequentes ao do jogo Tetris revelaram como observar algo ininterruptamente pode criar novos caminhos neurais e novas conexões capazes de distorcer a sua forma de ver outras situações da vida.
Esse é um exemplo do problema que existe em viver apenas reclamando da vida. Se você focaliza o seu cérebro em buscar apenas o lado negativo de cada situação, acredite: ele vai se acostumar a enxergar apenas esse tipo de padrão. Todo mundo conhece alguém que:
Não importa onde esteja, sempre encontrará alguma razão para ruminar;
Sempre focaliza os defeitos, e não as melhorias que já foram alcançadas; ou
Está sempre tentando prever algo de ruim para acontecer.
Essa negatividade contamina absolutamente qualquer ambiente, relação e situação — e eu entendo como pode ser difícil abandonar esse padrão.
Eu mesma nunca fui uma pessoa otimista e positiva por natureza. Na verdade, minha inclinação é mais pessimista, vitimista e negativa. Mas, hoje, posso dizer que já não reclamo da maioria das coisas e poderia ser descrita como uma pessoa bastante positiva. Por isso, faço questão de dizer: é possível mudar esse padrão.
Isso começa por fazer exercícios constantes para perceber o lado bom de cada situação. Precisamos pensar em motivos para agradecer em cada uma delas, seja listando-os, refletindo sobre eles ou conversando com alguém a respeito deles. É preciso fazer o seu cérebro gravar mais padrões positivos.
O ambiente em que você está pode, sim, influenciar. Não dá para negar que é muito mais difícil ser positivo se você está sempre rodeado de pessoas negativas. Talvez você realmente precise se mexer e sair do lugar.
Mas, muitas vezes, onde você já está é possível transformar não só as suas imagens residuais, mas também ser a pessoa que irá influenciar os cérebros de toda uma rede ao seu redor.
Pense comigo na seguinte situação: duas pessoas se encontram no mesmo contexto. Elas saem do prédio em que trabalham e não há uma nuvem no céu.
Uma diz: “Que bom que o céu está limpo e azul hoje.”
Já a outra diz: “Seria melhor se o dia não estivesse tão quente.”
Eu não tenho dúvidas de que você já presenciou esse tipo de contraste. Ou então que alguém já conseguiu te inspirar a pensar de forma mais positiva ao fazer você olhar para uma situação por outra perspectiva. E a verdade é que sempre há uma outra perspectiva.
Por isso uma “lista da gratidão” pode funcionar. Com ela, mais imagens residuais cognitivas positivas são gravadas no cérebro. Pode parecer algo muito simples, mas também é um exercício profundo e eficaz.
Todos os dias, ao final do dia, faça questão de realizar um exame de consciência para listar três coisas pelas quais poderia agradecer naquele dia.
Pode ser a brisa que você sentiu pela manhã;
Pode ser o cheiro de café coado;
Pode ser uma conversa profunda com alguém que ama;
Pode ser o sorriso de um estranho.
Quanto mais se repete essa prática, mais criativo o seu cérebro fica na montagem da lista. Mais acostumado você se torna a enxergar o lado positivo da maioria das coisas, e esse padrão passa a substituir o negativo e as reclamações.
Com o tempo, você vai perceber que seu ouvido ficará até um pouco sensível ao excesso de reclamações. Porque, quando o padrão é alterado, até as dificuldades e os erros podem se tornar motivos para agradecer e seguir sorrindo.
— @Sarinha


tradução: “A felicidade virá. Eu descobri que essa vida é cheia de pequenas alegrias.”
Sobre o desafio desta semana, você conseguiu se perguntar o porquê do trabalho que tem? O porquê de querer comprar mais algum item, como um relógio? O porquê de se sentir pressionado a fazer e querer o mesmo que todos? O porquê de conviver com as pessoas |
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Lembre-se: se dar por satisfeito com aquilo que faz e tem na sua vida começa por um entendimento do sentido das coisas que você faz e busca.
O que você gosta ou não, quer ou simplesmente não quer — isso é o que pode te fazer entender que o suficiente não é pouco e que o seu caminho pode ser autenticamente feliz.


tradução: “Eu sou um verdadeiro artista.”
A vida não é sobre encontrar a si mesmo, mas sobre criar a si mesmo.
Muitas vezes, esperamos que a vida ou o outro nos digam quem somos. E a espera dessas definições pode, pouco a pouco, desenvolver algumas armadilhas e emboscadas para a nossa personalidade.
Padrões de pensamento, comportamento e linguagem são criados a partir disso — coisas que você faz sem nem mesmo perceber por quê.
A ansiedade em agradar e o desespero de não pertencer surgem daquela perspectiva distorcida que diz serem todos, menos nós mesmos, os responsáveis pelas escolhas que tecem quem somos.
Criar a si mesmo implica sustentar isso e todas as responsabilidades que vêm de fazer escolhas. E, sem isso, a existência pode ficar aprisionada e dependente de cada nova moda ou discurso. A busca por si mesmo nunca será concluída; afinal, ela nunca foi uma possibilidade.
A grande questão é criar-se e não se encontrar. A liberdade que lhe foi dada para ser aquilo que seu potencial permite é, sim, um desafio, mas também o único caminho.


Sinto que não sou importante para as pessoas ao meu redor e fico mal com isso. Sinto que nunca fui a pessoa favorita de alguém, mesmo tendo minhas próprias pessoas favoritas.
Talvez seja justamente a necessidade de ser a pessoa favorita de alguém que te faça assumir uma postura, por vezes, forçada ou cobrar demais de quem está ao seu redor. Isso pode ser chato.
Mas há um ponto no que você traz que pode te ajudar: você diz ter algumas pessoas favoritas. Se elas realmente são, se você gosta mesmo dessas pessoas, então goste de graça.
Dedique-se a elas de coração, sem esperar nada em troca. Porque uma das lógicas por trás de bons relacionamentos é a genuinidade. Amamos e admiramos alguém simplesmente porque amamos e admiramos esse alguém.
Quando esses sentimentos são verdadeiros, eles existem de forma espontânea e não forçada, sem esperar nada em troca.
Ser a pessoa que vive dando carinho, atenção e prestando favores apenas para depois usar isso como moeda de troca, se vitimizar e cobrar do outro aquilo que ele nunca foi obrigado a te dar — e que só pode realmente ser cultivado de forma genuína, como o amor, a admiração e o respeito — é o que afasta as pessoas, e não o que as aproxima, muito menos o que as encanta.
Sem mudar essa postura baseada em conveniências — que é egoísta —, você realmente não dá motivos para que as pessoas cultivem afeto, respeito e reciprocidade por você e pelos seus sentimentos. Porque, no fundo, o que você dedica a elas também é falso.
Não é por elas, mas, na verdade, por si mesma que você se doa. Você faz apenas projeções daquilo que quer que volte para si mesma.
Você não consegue se ver com carinho, mas espera que, pelos olhos dos outros, através da sua manipulação, isso seja possível. Não será.
Tente mudar a tática e abrirá um espaço maravilhoso para que tudo mude com isso.
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cc: @sarah.ferrreira
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