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tempo, calma e clareza

29/07/2025

tempo, calma e clareza

bom dia. a gente não nasce pronto. viver também é errar, mudar de ideia, e se descobrir diferente com o tempo.

NA GAVETA
  1. Que ideia legal para o “pão com ovo”.

  2. Uma leitura muito especial.

  3. Para quem gostou da indicação do filme Her, você vai amar este aqui mais recente.

  4. Um alívio criativo para quem se cobra demais para ter tudo original e pronto cedo demais.

  5. Aqui estão 5 coisas que tornam a vida de uma empreendedora muito mais leve.

POV

Prazer, se você ainda não me conhece: eu sou a Gabi. Junto com a Sarinha, sou quem te escreve por aqui toda semana.

Fiz 30 anos no ano passado. Sou empreendedora e amo estudar assuntos de autoconhecimento — não à toa, escrevo sobre isso nesta newsletter.

Eu não sou a pessoa mais sábia do mundo. E nem sempre estou certa — na verdade, longe disso. Mas, às vezes, sinto uma vontade enorme de te aconselhar, caro leitor e leitora.

Foi com essa vontade que pensei no texto de hoje, depois de ler os “desabafos” que vocês enviaram e perceber a urgência que reside na vida de quem vive os 20 e poucos anos.

Essa urgência tem nome: a ansiedade de ser. De ser alguém. De ser suficiente. De ser reconhecido(a).

Aos 20 anos, você sente que precisa provar tudo: que é capaz, que sabe o que quer, que tem um plano — e que ele vai dar certo. Acha que precisa estar à frente da curva.

  • Ter sucesso no trabalho

  • Estabilidade emocional

  • Autoconhecimento

  • Um corpo perfeito

  • O relacionamento da sua vida.

Tudo isso ao mesmo tempo. E o pior: com pressa. Só que o que ninguém te conta é que essa sensação de atraso é um truque da mente. Você não está atrasada. Está só começando.

Mas como tudo hoje é público, comparável e editável, você se mede pelo palco dos outros e se sente insuficiente nos seus bastidores.

Só que, como tudo hoje é público, comparável e editável, você se mede pelo palco dos outros e se sente insuficiente nos seus bastidores. Por isso, aos meus leitores entre 20 e 29 anos, eu venho do futuro para dizer:

Aos 30, as coisas mudam. Não porque você vai saber de tudo — mas porque, finalmente, entende que não precisa saber.

Chegar aos 30 tem um quê de encantamento silencioso. É quando o “não” deixa de ser culpa e vira proteção. Enquanto isso, o “sim” ganha intenção — não carência.

Aos poucos, você começa a perceber o que te nutre… e o que só pesa. Você passa a fazer escolhas mais conscientes sobre o que (ou quem) continua na sua vida.

Essa fase é menos sobre provar algo para o mundo — e mais sobre viver em paz com quem você é. Você aprende a ser gentil consigo e firme com o mundo — não o contrário.

Hoje, ao olhar para a Gabi dos 20 e poucos, vejo alguém cheia de brilho... mas também cheia de medo.

  • Medo de não ser suficiente.

  • Medo de escolher errado.

  • Medo de não dar certo.

E eu queria poder ter dito para ela: calma. Você não precisa se provar o tempo todo. Você só precisa se permitir viver — sem tanto peso, sem tanta comparação. Porque a vida vai se revelando no caminho — e nunca de uma vez só.

Se você tem vinte e poucos anos, este é o conselho que eu daria:

Pise mais devagar. Você vai descobrir que não existe hora certa para dar certo. E que o tempo é muito mais amigo de quem sustenta do que de quem acelera.

@Gabi

DESAFIO DO DIA

tradução: talvez você seja a pessoa que vai me salvar

Observe quantas decisões suas vêm da ansiedade de provar algo para alguém — e quantas vêm da sua verdadeira vontade.

Hoje, tente fazer pelo menos uma escolha que seja só sua.

APRESENTADO POR WEASY

Ordem exterior, calma interior

Essa frase está no livro “Disciplina é destino”, que dedica um capítulo inteiro ao poder da ordem. Não só pela estética, mas porque o ambiente em que a gente vive molda o jeito que a gente se sente. Se o ambiente tá bagunçado, sua cabeça provavelmente também tá.

🌏 Só que tem uma parte que quase ninguém fala: não adianta limpar a casa e continuar sujando o planeta.

Cuidar vai além do que está dentro de casa. E começa nas pequenas escolhas, como o banheiro do seu pet.

Mais do que uma solução para o dia a dia, é um jeito de manter a ordem do lar e do planeta. Você pode pedir o seu aqui e ganhar 10% de desconto (só porque é leitor rising. risos).

FILOSOFANDO

A beleza é a marca do que é bem feito, seja um universo, seja um objeto.

São Tomás de Aquino

A beleza se manifesta de muitas formas em nossa vida.

  • Seja em uma obra de arte exuberante ou em uma paisagem natural que te causa arrebatamento;

  • Seja em uma casa bem cuidada, numa xícara de café aconchegante ou no sentimento bom que transmite alguém que cuida da sua alma.

Todas essas coisas, que de alguma forma foram bem pensadas e trabalhadas por alguém, foram bem feitas — e nos recompensam ao dividirmos nossa existência com elas.

Temos uma inclinação natural ao que é belo. Basta pensar que ele nos traz paz, alegria e conforto.

A beleza pode ser cultivada no seu dia a dia — na atenção, no carinho e no cuidado com as coisas que você faz.

Isso começa em você, respinga nos seus ambientes mais íntimos — seu quarto, sua casa, suas refeições — e alcança seu trabalho, suas entregas, seus pensamentos, suas palavras e suas relações… até, por fim, chegar à sua alma.

Cultivar a beleza — ou seja, fazer o que se faz com mais capricho, nos detalhes, dar um pouco mais de atenção para aquilo que está ofuscado — pode fazer a sua vida como um todo ganhar mais cor.

Cultivar a beleza — ou seja, fazer o que se faz com mais capricho, nos detalhes e dar um pouco mais de atenção ao que está ofuscado — pode fazer a sua vida, como um todo, ganhar mais cor.

Fazer as coisas bem feitas e embelezá-las é uma forma de deixar sua alma transbordar para além das fronteiras do Ser.

TIP OF THE DAY

Tem gosto leve, cor vibrante e uma fórmula poderosa.

O Morning Shot combina ciência e nutrição com vitamina C, cúrcuma e outros nutrientes que blindam seu corpo — por dentro e por fora.

DESABAFO

Fui traído em um namoro de 4 anos e perdi tudo nesse processo. Perdi a segurança, perdi a identidade, perdi a confiança, perdi a paz e perdi a autoestima. Mesmo assim, não consigo me afastar e seguir sozinho. É como se eu pensasse que a pessoa que me jogou nesse abismo fosse a única capaz de me tirar dele…

Você está certo: a pessoa que te jogou nesse abismo é a única capaz de te tirar dele… Mas essa pessoa é você mesmo. Pense comigo no sentido da sua estratégia:

Em busca de autoestima, autoconfiança e identidade — ou seja, coisas relacionadas à sua pessoa e que dizem respeito apenas a você — você tem direcionado a sua energia a algo que está completamente fora disso: essa outra pessoa que te traiu.

Não foi a traição que te fez perder tudo isso. Ela apenas ressaltou a ausência dessas coisas em você — algo que já existia antes, durante e depois desse relacionamento.

O motivo? O outro não é capaz de preencher aquilo que é só seu. Ele não pode te entregar as respostas que deem sentido à sua vida — e muito menos carregar o fardo da sua felicidade.

Tudo isso é seu. É o fardo da sua existência. E, por mais que seja confortável delegá-lo, a dor que isso pode perpetuar será sempre muito maior no fim.

Você se conhece como ninguém. Por mais que tenha pessoas próximas que te amem e te façam bem, nem mesmo elas serão capazes de reconhecer suas particularidades mais profundas — porque nem você faz questão de mostrá-las.

Mas é justamente nessas coisas muito particulares, enraizadas em você e que só você é capaz de enxergar, que podem estar os pontos-chave para desenvolver sua autoestima, sua autoconfiança e, principalmente, lapidar e esclarecer a sua IDENTIDADE.

Então, percebe-se que a única pessoa capaz de te tirar desse abismo é você, ao abraçar e trabalhar tudo isso que é só seu.

E como fazer isso de forma mais prática? Perceba o que você gosta, as coisas em que você é bom — e tente dar mais espaço para que isso cresça e brilhe. Ser bom em alguma coisa fortalece sua autoestima.

Cumpra com aquilo que se propõe, das menores às maiores coisas da vida:

  • Acorde no horário;

  • Dedique-se a fazer um bom trabalho;

  • Trate bem as pessoas ao seu redor — sem permitir que elas se aproveitem de você;

  • Seja fiel a si e às coisas que fazem bem para você e para o mundo ao seu redor.

Isso pode te mostrar o quanto você é uma pessoa digna de confiança — inclusive da sua própria.

Mas, principalmente: tente entender os possíveis motivos pelos quais o seu ego sente tanta necessidade de validação externa — a ponto de te fazer buscar, naquilo que te machucou, o remédio para a sua dor.

Isso pode revelar muito sobre suas prioridades, interesses, necessidades e inseguranças.

E tudo isso te direciona para muitos pontos da sua personalidade e pode te ajudar a traçar um caminho de evolução da sua identidade, em que ela se realiza cada vez mais.

Essa é uma questão de abraçar o fardo da sua própria existência e não terceirizar para o mundo e para as relações aquilo que só você é responsável por procurar, encontrar e trabalhar.

Por fim: sinto muito pelo que te aconteceu. Ninguém merece ser traído — mas você também não merece continuar remoendo isso.

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