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sempre há motivos
14/05/26

BOM DIA
sempre há motivos
com certeza há algum motivo para sorrir. se ainda não encontrou o seu hoje, procure com mais atenção.
….

Essa música também é muito boa. 🎶
Vocês gostaram da curiosidade que eu trouxe na última edição. Então, aqui vai 1 hora de curiosidades que você provavelmente não sabia! Como eu não sabia que isso existia? Rs. 😲
A leitura faz parte da sua rotina? Caso não, aqui tem algumas dicas de como criar esse hábito. 📖
E, por falar em leitura, este livro é interessantíssimo. 📚
Os perfumes dessa marca são surpreendentes. 👃


Já percebeu o poder que um sorriso tem na vida das pessoas?
Já refleti algumas vezes sobre a importância de sorrir, mas há alguns dias um sorriso me marcou de forma especialmente profunda.
Estava no caminho de volta para casa no horário do almoço — como de costume aqui no interior — e me deparei com um homem sentado à beira da calçada com uma daquelas máquinas grandes de oxigênio.
Reconheci imediatamente o aparelho, pois assisti várias vezes ao filme A Culpa é das Estrelas — também li o livro, que foi febre no início da minha adolescência — e ele era exatamente igual ao que a protagonista da história usava.
Consegui imaginar, portanto, o que aquele senhor sentado na calçada enfrentava. Mas o que realmente me tocou foi que ele sorria. Sorria mesmo, observando o movimento da rua, os carros passando. Viu que eu olhava para ele e sorriu para mim também.
Primeiramente, isso me fez pensar no quanto não fazemos ideia das batalhas que pessoas ao nosso lado enfrentam. Eu nunca imaginaria que na minha vizinhança tinha alguém enfrentando aquilo que, para mim, até então, era coisa de filme.
Isso me fez lembrar de uma frase na parede da sala do meu antigo professor de fotografia, que dizia o seguinte:
“Todos nós estamos lutando alguma guerra em nossas vidas todos os dias. Seja legal.”
Em segundo lugar, aquele homem me deixou envergonhada, não só por reclamar demais da vida — quando, claramente, não tenho nada para reclamar — mas também por quantas vezes não esboço um sorriso, mesmo tendo tantos motivos para agradecer.
Quantas vezes andei por aí com uma expressão estressada, emburrada ou apática, mesmo diante de tanta beleza na minha vida? Muitas.
Ele me fez questionar se sou mesmo merecedora de todas as coisas boas que me rodeiam, mas, principalmente, me despertou uma vontade absurda de agradecer mais, reclamar muito menos e sorrir toda hora para todas essas coisas simples e corriqueiras de uma vida normal — que são motivos estrondosos de celebração e gratidão.
Nesse sentido, posso dizer que aquela condição de saúde dele não é vazia de sentido. Ela tocou a minha vida, mudou uma perspectiva de forma profunda e com certeza exerceu um papel de me tornar uma pessoa melhor. Eu ousaria dizer que aquele senhor tem feito isso na vida de outras pessoas que convivem com ele.
Não digo isso como se achasse que ele merecia o que quer que seja a sua condição de saúde ou que ela pudesse ser, em alguma hipótese, desejável. Não mesmo. Mas ela pode ser honrável. A postura que, mesmo por aquela breve expressão, pude perceber que aquele homem deve assumir diante da sua existência é um exemplo disso.
Uma postura ativa e não passiva diante das suas circunstâncias.
Ele serviu na minha vida de forma muito valorosa apenas com sua presença. Sei que muitas pessoas na mesma situação jamais seriam capazes de fazer esse movimento — e compreendo completamente. Elas têm todo o direito de se inconformarem e sentirem o peso do que lhes foi dado. Mas que bom para aquele senhor! Percebe?
Ele não se rendeu à dor, à tristeza, ao ressentimento e à frustração com a sua própria existência, que é repleta de valor e sentido ontem, hoje e sempre.
Desde aquele dia, tenho sorrido muito mais e os efeitos disso têm sido maravilhosos, mas esse papo eu vou deixar para outro dia.
Por ora, desejo para todos nós a força exemplar daquele senhor, traduzida naquele sorriso.
Que mesmo nas situações mais adversas, sofridas e frustrantes que certamente podem nos acometer uma hora ou outra, possamos encontrar motivos para manter a cabeça erguida e ser instrumentos de transformação e alegria no mundo e na vida das pessoas ao redor.
— @Sarinha


E sobre o desafio desta semana, você conseguiu escrever uma dor que seu trabalho resolve ou a dor que você mais tem orgulho em aliviar para alguém no seu trabalho? |
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tradução: “saia e se leve para dar uma caminhada.”
Eu penso 99 vezes e não descubro a verdade. Paro de pensar, mergulho em profundo silêncio, e eis que a verdade me é revelada.
Precisamos aceitar alguns limites da nossa mente e do nosso corpo. Muitas vezes, se forçar a perceber, elaborar e oferecer aquilo que ainda não está maduro e fora do seu alcance é menos produtivo do que colocar seu olhar no que está além daquele foco — e que é justamente o que pode lhe render o que ainda falta.
Se algum dia, por exemplo, você perceber dificuldade para pegar no sono, pode ser mais eficaz parar de tentar dormir. Esse é um fenômeno curioso.
A maior parte das boas ideias, das grandes reflexões e viradas de chave acontece longe da pressão, da ansiedade e da cobrança. Esses estados tendem a poluir a mente com pensamentos negativos e e emoções que prejudicam o florescer do belo, da harmonia e da clareza.
Por isso, fala-se tanto em “ócio criativo” — e isso não é exagero.
Na próxima vez que se encontrar em uma encruzilhada e não conseguir enxergar a saída, se dê um tempo, durma com o problema (essa frase é, inclusive, cientificamente pertinente), saia para encontrar alguém e ter uma conversa interessante ou dê uma volta pela natureza. Pode ajudar.
Quem nunca gostou de uma fofoca?
Acho que, a essa altura, você já sabe que o seis&seis vem aí no dia 20.08.
Pra quem chegou agora: o seis&seis é o evento do the news que reúne nossos leitores para viver por um dia, no offline, o que você já vive por aqui.
Abrimos uma comunidade no WhatsApp pra construir esse evento com vocês — soltando spoilers, bastidores e novidades antes de contar pro resto do mundo.
É quase como aquele grupo de amigas que sempre sabe da fofoca primeiro. Se eu fosse você, vinha fazer parte das curiosas de plantão. Entre na comunidade aqui.


Como lidar com o FOMO? Como conseguir ficar tranquila sabendo que há tantos livros, séries, filmes e músicas que quero consumir, mas que nunca terei tempo de fazê-los?
Infelizmente, é impossível ter tudo. É preciso entender que existirão muito mais oportunidades e possibilidades no mundo do que o tempo e os recursos que você tem. Ou seja, é preciso escolher o que faz mais sentido.
O que você MAIS quer?
Nos papéis e atividades que você desempenha hoje, o que é MAIS importante consumir?
Realmente, no nosso mundo, em que temos acesso a todo tipo de conteúdo, parece difícil fazer esse detox. Contudo, ou fazemos algum esforço para escolher algumas coisas e dizer não para o resto ou entraremos em parafusos. Porque não dá mesmo pra escolher tudo.
O seu “FOMO”, se não for confrontado pelo real — ou seja, pela impossibilidade de ter tudo — pode te prender a uma realidade idealizada de muitos planos mas pouca ação.
Tente escolher uma coisa por vez e se empenhar por um período significante nisso. Isso é o que pode te tornar bom em alguma coisa e não em todo o resto. E, quem sabe, até te fazer perceber que não precisava tanto das outras quanto achava?
Estou em um relacionamento que hoje não faz mais sentido pra mim. Já tentei sair, mas ainda não consegui. No início, entrei nessa relação ainda gostando de outra pessoa, mas agora o que eu quero é ficar solteira e, lá na frente, se for para acontecer, encontrar outra pessoa melhor. Em 2 meses faço 30 anos, estou na minha melhor fase.
“Tem dois pontos importantes no seu relato.
O primeiro é que talvez você esteja romantizando a vida de solteira e essa ideia de que “lá na frente” vai aparecer alguém melhor. Nenhuma relação saudável vem pronta; ela também é construída na convivência, nos combinados e na disposição dos dois de permanecer.
O segundo é que não é só o seu tempo que é valioso. Enquanto você permanece em uma relação que já não faz sentido para você, a outra pessoa também está deixando de estar livre para encontrar alguém que a ame de verdade.
E talvez a pergunta mais importante seja: o que essa relação ainda te oferece que faz você permanecer? Porque, às vezes, não é amor. Às vezes é carência, medo da solidão, conforto emocional, medo de se arrepender ou até dificuldade de encerrar ciclos.
Acho que autoconhecimento também é reconhecer que nem sempre permanecemos por amor. Às vezes permanecemos porque ainda não conseguimos sustentar a decisão de ir embora.”
— Resposta da nossa leitora, Camila da Costa
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cc: @sarah.ferrreira
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