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quando menos espera...

26/02/2026

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quando você chama de “jeito meu”…

não é só timidez — talvez seja você se protegendo mais do que se permitindo viver.

….

NA GAVETA
  1. Essa música é muito boa. 🎶

  2. Se você perdeu esse POV, venha aqui descobrir uma chave para mudanças efetivas. 🔑

  3. Muito interessante esta lista das cidades mais acolhedoras do mundo. ✈️

  4. Para quem nunca consegue engatar na leitura, este livro é bem é viciante. 📚

  5. Essa série é bem gostosinha e engraçada — ótima para maratonar num final de semana. 📺

  6. Buscar mais sempre é coragem? Se contentar sempre é fraqueza? Neste episódio, exploro os dois lados. 🎧

POV

“Timidez é egoísmo?” Eu sei que parece meio absurdo. Essas são duas palavras que a gente nunca coloca na mesma frase… Uma parece quase uma virtude, a outra um defeito feio.

Mas deixe-me tentar explicar o que passou pela minha cabeça quando eu ouvi isso pela primeira vez…

Por muito tempo fui e, na maioria das situações, ainda continuo sendo uma pessoa tímida. Sempre encarei isso como algo que me limitava; creio que todo tímido sente esse impacto.

Mas sempre foi mais de um jeito passivo, sabe? Como se fosse uma característica neutra, algo que é um traço da minha personalidade, e pronto. "Ah, eu sou tímida."

Só que tem uma ideia que escutei de alguém e que ficou me incomodando: e se a timidez for menos sobre como eu me sinto e mais sobre o que eu escolho proteger e/ou esconder?

  • Quando eu deixo de falar numa reunião por medo de dizer algo errado, eu estou me protegendo.

  • Quando não me apresento para alguém novo por vergonha, eu estou me protegendo.

  • Quando não falo o que penso numa conversa porque não quero passar por constrangimento… eu, eu, eu. O centro da história sou sempre eu.

E os outros? E a outra pessoa?

Talvez ela precisasse ouvir o que eu ia falar.
Talvez ela estivesse precisando de alguém que chegasse primeiro.
Talvez a minha ideia fosse útil.

Mas, em todos esses milhares de casos na minha vida, eu não cheguei a pensar nisso… Porque eu estava sempre ocupada demais pensando em como eu ia me sentir.

Não estou dizendo que toda pessoa tímida é egoísta, nem que timidez é um defeito moral. Não é isso. Trata-se mais uma percepção sobre mim mesma que me desconfortou.

🛡️ Comecei a refletir se eu não uso a timidez como um escudo, apoiando-me em algo “aceitável”, me aproveitando do fato de a sociedade ver isso como um traço de personalidade.

É claro que há pessoas muito falantes, extravagantes e outras menos. Mas a timidez em si — a situação de se omitir de trocas ou comunicações — pode estar mais ligada a uma decisão do que exatamente a uma questão de perfil e personalidade.

Não sei se eu concordo cem por cento com essa ideia ainda. Mas, desde que ela chegou, eu não consigo mais olhar para a minha timidez do mesmo jeito.

POV enviado por uma leitora

DESAFIO DO DIA

81,68% de todos os votantes (131 pessoas) na enquete da edição anterior (24/02) disseram ter conseguido parar e se perguntar: “Eu preciso ou apenas quero?” ao abrir as redes sociais e desejar algo material. A seguir, alguns comentários:

👏 “Há alguns anos que deixei as redes sociais de lado. Percebi que navegar muito me fazia comprar coisas desnecessárias, aquilo de tornar o “desejável passável” em uma necessidade. Não deixo os aplicativos de compras em meu celular, mas quando preciso usá-los acabo navegando por lá e colocando coisas em meu carrinho. Antes de fechar sempre me pergunto se isso é realmente necessário, se vale a pena, em quanto tempo eu irei enjoar — e assim sigo. Consegui controlar os meus gastos e perceber que nem tudo que eu quero, eu preciso!

📖 “Está rolando a Kindle week. Vi um livro e quase comprei por estar barato, mas aí pensei e lembrei nas centenas de livros que ainda tenho para ler, que já comprei ou ganhei e desisti.

📱 “É louco como caímos em alguns impulsos por promoções e/ou comunicações que promovem isso (para mim, o maior exemplo é o Tiktok shop!). Parar, analisar e refletir sobre a real necessidade de uma aquisição vem sendo um "must" para mim e eu vejo o quão importante isso é. Fica a dicaaa.

E sobre o desafio da última edição: você conseguiu fazer algum favor para alguém que mora com você, mesmo sem querer?

Faça Login ou Inscrever-se para participar de pesquisas.

Vamos ao desafio de hoje…

O desafio é duplo, mas é simples.

  • Pare e reflita: você já usou a timidez como um escudo?

  • Depois, decida “não ser tímido” em alguma ocasião.

FILOSOFANDO

Somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.

Aristóteles

Caráter não nasce pronto. O ser humano não é virtuoso por natureza. Na visão aristotélica, a virtude e a moral não são coisas que se tem, mas que se treinam. Da mesma forma, consequentemente, a excelência se constrói nas pequenas escolhas de todo dia.

O que a gente repete, a gente se torna.

Quanto mais tempo agimos corretamente, maior a disposição para repetir a ação. O mesmo ocorre com o contrário. Por isso, ambiente e companhias importam.

Quem você tem por perto influencia as escolhas que faz, a forma como interpreta o mundo e aquilo que percebe como aceitável. O ambiente ao seu redor molda seus hábitos, mesmo quando ninguém está te observando. Isso transformará, gradualmente, quem você é.

@Sarinha

DESABAFO

Sempre que faço "uma coisa errada", por menor que seja — ou nem seja tão errada assim — fico com isso matutando na minha cabeça por muito tempo, desperdiçando minha energia e saúde mental. 😖

O que você descreveu é mais comum do que parece — e igualmente cansativo. Quando a mente fica ruminando uma “falha”, por menor que seja, o problema já não é mais o erro em si e torna-se o peso que você coloca sobre ele.

Isso costuma acontecer quando confundimos “errar” com “ser uma pessoa ruim". Errar é humano, inevitável e, o mais importante, necessário para crescer.

  • Ficar revivendo o erro sem tirar nada novo dele só te prende no mesmo lugar: culpa sem ação e julgamento sem evolução.

Parar de errar será impossível, mas você pode mudar o que faz ao se equivocar. Em vez de matutar, entenda o que você pode aprender e como mudar daqui para frente. Porque todo erro é uma chance de tornar-se alguém mais consciente — mas somente se parar de se punir e começar a se escutar com mais gentileza.

@Gabi

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LAST BUT NOT LEAST

O hoje é sempre a melhor opção.

OPiNIÃO DO LEITOR

Obrigado por ler até aqui! Quão satisfeito você ficou com essa edição? Deixe seu comentário após o voto.

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RODAPÉ

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cc: @sarah.ferrreira, @gabriellagoldenstein e @manuelacit

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