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não existe outra forma
07/05/26

BOM DIA
não existe outra forma
para ganhar, é preciso fazer outros vencerem também. não existe outro caminho.
….

Sem romantizar: existem oportunidades nas dificuldades. ✨
Agora, para os românticos: o meu filme de romance favorito. 🎞
Eu era a crítica número 1 deste copo até ganhar um. É realmente bom. 🥤
Um tópico muito importante: como o excesso de estímulos molda o comportamento e reduz a tolerância a processos. 🎧
Eu adoro fotografia e adoro fotos reveladas. Achei isso aqui maravilhoso! 📷


tradução: “sempre que puder, ajude.”
As coisas talvez não tenham ido bem na sua vida porque você é muito egoísta.
Todos os nossos planos dependem, em alguma medida, de outras pessoas que colaboram, consciente ou inconscientemente, com eles quando isso também as beneficia.
Por exemplo, seu sonho é ter um negócio de sucesso. Contudo, a única coisa que você consegue manter em mente ao cultivar esse sonho é a sua conta bancária com rios de dinheiro, o seu prestígio, a sua honra e a sua fama.
No entanto, para construir uma empresa de sucesso, você precisará de funcionários e precisará vender, ou seja, precisará que pessoas sejam capturadas pela ideia do seu produto ou serviço.
E, para que essas pessoas não apenas contribuam de forma esporádica — só para testar —, mas se apaixonem pelo sonho e sintam vontade de consumir e fazer parte daquilo, precisam não só enxergar, mas ter um ganho real em suas próprias vidas em troca do seu engajamento.
Para tudo o que fazemos precisamos, em alguma medida, de pessoas. E, para fazer algo bom de verdade — que cresça, evolua, dê frutos e perpetue — é preciso pensar para além de si.
Para gerar valor para a própria vida, é preciso querer gerar valor para o outro. Aprender a querer genuinamente o bem das pessoas pode melhorar a sua vida e fazer absolutamente todo tipo de projeto crescer e florescer.
As pessoas, lugares, situações, produtos e serviços que mais te marcaram, agradaram e despertaram um sentimento genuíno de amor, gratidão e lealdade com certeza te fizeram muito bem, se conectaram com você e tocaram naquilo que era importante para você.
As pessoas mais legais e que geralmente conseguem construir algo de bom nessa vida não estão olhando só para si. Para receber valor, de alguma forma, é realmente preciso criar valor. Não existe outra forma.
Por isso, nos seus relacionamentos, no seu trabalho, na sua casa e nos seus projetos pessoais, todas aquelas coisas que não têm ido bem, que estão travadas há tempos e parecem enfrentar encruzilhadas sem fim, provavelmente tocam, de alguma forma, no seu egoísmo.
E, se você for corajoso o bastante para encarar as várias formas pelas quais pode ser egoísta e ainda conseguir ser criativo o bastante para pensar em maneiras de sair de si e cultivar um sentimento genuíno pelo bem do mundo ao seu redor, poderá se surpreender com as transformações que irão começar a aparecer na sua vida.
— @Sarinha


(Imagem: Alireza Karimi Moghaddam | My Modern Met)
E, sobre o desafio desta semana, você conseguiu criar alguma oportunidade de apenas estar presente, de preferência, tentando interagir com alguém ou contemplar algo na natureza? |
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Lembre-se, o objetivo é não pensar em nada além daquele momento e, é claro, ficar longe do celular, do computador ou de fone de ouvido.
Além disso, é importante entender que desafios irão acontecer, e algumas dores e sofrimentos ao longo da existência serão simplesmente inevitáveis.
Por isso, qual seria a melhor forma de lidar com isso e qual versão de você precisa ser desenvolvida para conseguir suportar essas coisas com dignidade ou até mesmo certa leveza?


Amar é sofrer, e, de outro modo, o amor não pode ser compreendido.
Dostoiévski expressa essa visão que pode parecer pessimista, mas que, na verdade, capta algo que faz parte da essência do amor. Existe fundamento em sua perspectiva, que inclusive se relaciona com outras filosofias clássicas, como a cristã:
O amor é aquilo que convoca o indivíduo a se confrontar com as profundezas do próprio ser, com a renúncia do ego, com a doação, com o pensar para além de si mesmo e com o enfrentamento das suas imperfeições e dos outros.
Isso não é de forma alguma fácil, leve ou natural. A construção desse algo sagrado que faz a vida valer a pena é feita a “duras penas”, pois envolve responsabilidade pelo outro e pela sua felicidade; envolve compaixão, desapego — inclusive do próprio ego — e muita entrega.
Por conta de tudo isso que o amor toca, amar por inteiro é um ato que, inevitavelmente, envolve certo grau de dor.
Outra perspectiva que completa esse entendimento é a da filosofia clássica de Platão: o amor (Eros) nasce da falta. Amamos porque não possuímos plenamente tudo que desejamos e, nesse sentido, o amor é um movimento em direção ao belo, ao bem, na busca pela completude.
Essa incompletude implica uma tensão. Amar, em certa medida, é não estar em paz por ainda estar buscando algo.
E ainda, em meio a tudo isso, quando se ama também surge o risco da perda daquilo que finalmente se “encontrou”. Então, percebe-se que não é necessariamente o sofrimento que define o amor, mas os riscos inerentes a qualquer vínculo verdadeiro.
Esses são pontos-chave do amor verdadeiro e, não só considerando o amor romântico, mas também o amor philia (amizade/amor fraternal) ou o amor por algum projeto, valor ou atividade.
Nesse sentido, o amor só é pleno quando deixa de ser idealizado e passa a ser um compromisso firmado entre o indivíduo e aquilo que importa para ele, mas também com o risco da perda.
Só passa a ter algo a perder quem encontrou algo valioso.
Dessa forma, faz parte de ter algo bom e tão sublime quanto o amor, encarar a frustração, o medo e a impossibilidade de controle. Essas coisas que são inevitáveis em relações humanas. Mas, ainda assim, quando há compromisso, sobrevive em meio a elas, o desejo de permanecer até o fim.
O sofrimento não é o oposto do amor, mas o preço exigido pela profundidade. O amor por alguém — ou por algo — sem a dor, a renúncia e o esforço, em alguma medida, seria superficial, passageiro, ilusório ou simplesmente não testado pela realidade.
Quando o amor é capaz de atravessar o sofrimento e ainda ajudar o outro a sustentar o seu próprio sofrimento, ele deixa de ser ideal e se torna real.

Consegue adivinhar o que tem aqui?
2 reais ou uma caixa misteriosa? Na verdade o the news vai soltar uma novidade (em breve) e você pode ser um dos primeiros a saber do que estamos falando. É só entrar nessa comunidade e sentir como se estivesse trabalhando com a gente. Juramos que vai compensar. 👀


É difícil conviver com uma doença incurável. Eu só queria ser uma pessoa normal. Tenho muitos sonhos, mas foram por água abaixo.
Eu não consigo imaginar o quanto isso deve ser difícil, assustador e, por vezes, frustrante. Mas é a sua realidade. E, apesar dela, você pode seguir oferecendo o que tem de melhor para o mundo.
Você ainda pode ser útil e inspirar pessoas ao seu redor. Você tem oportunidades para fazer isso todos os dias, mesmo sem que eu saiba quem você é, sua rotina ou qual enfermidade te aflige.
Você pode ser um paciente colaborativo e gentil com os médicos que se dedicam ao seu tratamento.
Você pode agradecer à sua rede de apoio por estar ao seu lado nesse momento difícil e dizer mais vezes que os ama.
Você, que provavelmente ganhou uma visão diferente sobre a vida, pode apreciar as coisas corriqueiras com mais calma e atenção — afinal, você sabe como elas podem ser valorosas.
Você pode seguir exercendo as suas funções e sua rotina no seu ritmo, pois, de várias formas, isso com certeza tem alguma utilidade para o mundo ao seu redor e para a cadeia de pessoas que atinge.
E você pode, sim, ainda sonhar. Afinal, você não é a sua doença; é um indivíduo, uma vida, com personalidade, ambições, sonhos e projetos. A sua doença será uma parte dessa trajetória, o seu fardo, que você pode carregar enquanto constrói um sentido para sua existência.
Um grande psicoterapeuta chamado Viktor Frankl — que muito me inspira — dizia que, mesmo diante da doença, o ser humano ainda é livre para escolher qual sentido dar a cada uma das suas experiências.
Que o seu diagnóstico possa ser utilizado como recurso, e não como sentença, pois você não é aquilo que a doença fez de você, mas aquilo que faz com a doença.
Você ainda pode sorrir para as pessoas e, assim, deixar o dia delas melhor. Você ainda pode trabalhar nos seus projetos da forma que conseguir a partir de agora, deixando a sua vida melhor e mais significativa. Você não é a sua doença.
Recomendo essa obra do Viktor Frankl — que já falei algumas vezes por aqui — pois acho que ela pode te ajudar a enxergar a vida como um todo de uma nova forma.
Estou em um relacionamento que hoje não faz mais sentido pra mim. Já tentei sair, mas ainda não consegui. No início, entrei nessa relação ainda gostando de outra pessoa, mas agora o que eu quero é ficar solteira e, lá na frente, se for para acontecer, encontrar outra pessoa melhor. Em 2 meses faço 30 anos, estou na minha melhor fase.
Como muitos se empenharam em responder ao desabafo que um de vocês nos enviou — e, honestamente, fiquei muito feliz de ver isso —, vamos repetir a dose esta semana com o desabafo acima.
Clique aqui e comente a sua resposta nesse post. A melhor resposta vai figurar em uma das nossas edições na semana que vem.
E, aos que forem responder, lembrem-se: sejam gentis.
🦋 Para enviar um desabafo, clique aqui. Queremos te ajudar em uma próxima edição :)

Uma nova forma de continuar perto das amigas
fazer coisas em grupo com as amigas é sempre gostoso, mas a correria do dia a dia nem sempre deixa todo mundo junto fisicamente.
por isso, fica a dica pras meninas que vivem na correria, mas não querem perder a conexão com o grupo de amigas: dentro desse app, dá pra criar um clube do livro e continuar presente na rotina umas das outras de um jeito leve. cada uma acompanha suas leituras, troca opiniões e mantém o contato mesmo de longe.
porque, no fim, se fazer presente também pode acontecer de formas alternativas.

O que ganha atenção acontece.

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cc: @sarah.ferrreira
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