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epigenética
14/04/26

BOM DIA
epigenética
os seus genes precisam de fatores ambientais para que a expressão gênica aconteça. nem a sua herança biológica é tão determinante assim.
….

Isso aqui é muito mais profundo do que parece. ✨
Você vai gostar desta playlist, eu não tenho dúvidas. 🎶
Fiz este treino e amei! Para quem não entende o inglês, é só seguir as imagens. 💪
Quero uma dessas. 😍
Estou lendo pela primeira vez a história de um dos meus filmes favoritos — e estou adorando ainda mais! 🌳
Uma mensagem para quem já sentiu que não era suficiente e quer começar a lembrar que é. 🤗


Você sabia que os seus genes não definem a sua existência por completo?
Há alguns dias, em uma conversa com uma colega, ela me contava que adoraria acordar mais cedo porque isso a ajudaria a organizar todo seu dia, mas que simplesmente não conseguia. Dizia acreditar ser genético, pois em sua família, todos eram assim — dormiam tarde e acordavam tarde. Para ela, aquilo estava determinado.
Você pode até achar um pouco óbvio nesse exemplo que não é uma questão de genética, mas simplesmente uma questão de não ter o costume de acordar cedo.
Mas quantas coisas você mesmo não acredita serem hereditárias e que, na verdade, são só uma forma de dizer: “eu não acredito que consigo mudar?”
Apesar de já sabermos que genética não é destino, muita gente usa suas inclinações naturais como desculpa para se manter onde não gostaria de estar fisicamente, profissionalmente, mentalmente e emocionalmente.
Há quem adore arrumar qualquer força maior para se esquivar: é a família que não deu boas condições, é a natureza que lhe fez de tal modo ou é a genética que determinou seus trejeitos e costumes.
E é verdade que carregamos algumas heranças. Contudo, muito além da genética, existe o que chamamos de epigenética.
A epigenética nos conta que uma predisposição genética não se manifesta sozinha; ela depende de fatores ambientais para que ocorra a expressão gênica. Ou seja, o gene precisa de um contexto para “acontecer”.
Se o seu estilo de vida, seus hábitos e o ambiente no qual você constrói funcionam como proteção para esses genes, a chance de essa predisposição se manifestar diminui. Em muitos casos, você não elimina o gene, mas reduz significativamente sua expressão.
Em outras palavras, é possível, até certo ponto, blindar-se fisiológica e bioquimicamente e tornar até aquilo que é herança menos determinante.
Isso aparece de forma muito concreta na saúde mental. No caso da depressão, por exemplo, existe uma dimensão biológica importante. Há pessoas que apresentam alterações neuroquímicas e precisarão de medicação porque o organismo não está produzindo ou regulando certos neurotransmissores de forma adequada.
Mas nem toda depressão começa no gene. Em muitos casos, ela aparece como um ponto de chegada, resultado de:
Uma rotina desorganizada;
Conflitos não elaborados;
Padrões de comportamento repetidos ao longo do tempo;
Esgotamento contínuo;
Crenças desfuncionais sobre si e sobre o outro; ou
Até de uma vida sem sentido percebido.
Nesses casos, a depressão não é exatamente a causa, mas o sintoma.
É como se fosse uma febre, que pode surgir por diferentes motivos: infecção, inflamação ou vírus. Cada causa exige um tipo de cuidado — e da mesma forma acontece com a depressão.
Esse é só um exemplo para ilustrar tantas outras coisas das quais achamos que simplesmente não temos como escapar, mas que, na verdade, não são totalmente pré-determinadas, biológicas, genéticas e inescapáveis. Muitas vezes, são também resultado daquilo que cultivamos ao longo do tempo.
É por isso que alguns movimentos e técnicas para implementação de novos hábitos e formas de pensar e interpretar as coisas que nos acontecem são relevantes, sim, e em alguns casos, suficientes para mudar a vida do sujeito que sofre.
Essas mudanças acabam atuando justamente nesse nível mais profundo de orientação das inclinações que não são necessariamente naturais, mas habituais — e que fazem com que sintomas físicos e emocionais apareçam.
Muitas vezes, não são questões medicamentosas, patológicas e imutáveis. Seus hábitos — a forma como você interpreta a realidade, as relações que cultiva ou o seu senso de propósito — são exemplos de coisas que podem atuar como fatores de proteção, inclusive diante daquilo que, em tese, seria uma vulnerabilidade genética.
Até o que é herdado pode deixar de ser determinante dependendo de como você vive.
E isso traz uma responsabilidade que pode ser desconfortável: a forma como você escolhe levar a sua vida importa mais do que você talvez gostaria.
Mas é justamente aí que está a liberdade. Porque, no fim, não é possível controlar toda circunstância, mas é possível não se entregar completamente ao que te foi dado.
— @Sarinha


tradução: “sua mente é programável. se você não a está programando, então alguém a programará para você.”
Pense naquele traço que sempre acreditou ser simplesmente natural, biológico, genético em você.
Questione se isso é mesmo uma verdade absoluta, algo tão determinante assim na sua vida, como acreditou até aqui.
Você pode fazer isso ao pensar se existem formas de criar barreiras para que não ocorra a expressão gênica desse traço:
Quais hábitos, no seu contexto, fazem sentido implementar e contribuiriam para a sua saúde, para os seus pensamentos e para os seus padrões de pensamento?


tradução: “foque em se desenvolver e não em se provar.”
O ego precisa da presença de outros.
A autoestima não.
Quem você é quando ninguém está olhando? O quanto você depende do olhar do outro para ser alguém? O que você costuma moldar diante das pessoas e o que você sustenta longe e na presença delas?
Será que você tem buscado construir uma imagem ou uma personalidade?
Enquanto a primeira depende das circunstâncias, a segunda depende das suas escolhas, dos seus desejos, das suas aspirações e daquilo que você está disposto a sustentar.
Alimentar o ego demanda disposição para estar sempre em alerta e pronto para criar novas narrativas;
Construir identidade, por sua vez, demanda muita coragem, atenção e abertura para também recalcular a rota quando necessário. Contudo, a recompensa vem no descanso em algo sólido: a verdade.
Autoconfiança só existe quando se aceita a realidade, a verdade sobre si, que é sempre sujeita à evolução. O ego, por alguns instantes — e só por alguns instantes — se satisfaz com mentiras, e elas barram o aprendizado, pois é impossível aprender aquilo que se convenceu que já sabe.


Toda segunda-feira, eu começo a construir minha renda e meus sonhos. Toda quarta-feira, surgem as demandas da família (idosos, médicos, coisas para resolver na rua, finanças da casa, obrigações com pais e sogros). Toda quinta, eu desisto. No final de semana, me sinto perdida, me arrependo e digo: "agora vai”.
Talvez você precise entender que a vida não é mesmo esse cenário idealizado em que tudo corre exatamente como planejamos.
Veja bem: é muito válido e importante se planejar, se programar e ter objetivos. Você precisa entender do que NÃO PODE ABRIR MÃO na sua rotina, o que precisa priorizar para conseguir construir a realidade que quer para si.
Mas responsabilidades para além dessas coisas que sonhamos e gostaríamos que seguissem o plano fazem parte da vida de qualquer adulto. Ficar engessada apenas ao planejamento e ao cenário perfeito é o que te faz viver esses ciclos.
Se alguma pequena coisa sai da rota — como a consulta que vai precisar acompanhar com um familiar — você simplesmente não sabe como agir.
Quer jogar tudo para o alto porque, ao estar vivendo muito guiada por idealizações — mesmo a vida insistindo em te mostrar “toda quarta-feira” que a realidade é diferente e não vai obedecer a todo o script — você se frustra.
E a frustração tem um poder enorme de nos paralisar. Então, você não pode deixar que ela te abale completamente. Para isso, seria bom refletir sobre algumas coisas para começar a se planejar de forma mais realista, mas também mais leve e libertadora:
Não seriam essas obrigações, para além das nossas necessidades e preferências, apenas uma parte da vida de qualquer um?
Ninguém vive bem isolado. Algumas pequenas adaptações fazem parte da vida de todos que cultivam algum tipo de relacionamento humano.
Então, por que não se planejar já contando com essa parte da realidade — um tempo dedicado também aos outros, além de nós — e com as responsabilidades que existem por tomar parte em algo significativo, como uma família?
Ou então, contando com o imprevisto, que é também inescapável em qualquer rotina.
A vida dificilmente obedece a um script meticuloso. Faz parte de amadurecer lidar com essa realidade, aprender a ser flexível e, quando necessário, abdicar de alguns dos nossos instantes por bens maiores, que fazem a vida ganhar sentido, como a boa convivência com quem amamos.
As adaptações, nesse sentido, serão sempre necessárias, mesmo considerando apenas a nossa própria agenda e objetivos. Porque, mais uma vez, uma medida de imprevisibilidade é simplesmente parte de tudo aquilo que se situa no real.
Então, talvez, realmente seja a hora de entender que é preciso trabalhar com a realidade da vida em vez de esperar para agir e fazer tudo o que você mais sonha acontecer apenas quando o cenário for o ideal e seguir exatamente o plano. Isso nunca vai acontecer.
Novamente, o plano é importante para te dar um norte e alguns inegociáveis dos quais você não deve abrir mão, para que a sua vida seja sobre construir a sua biografia.
Mas, no meio disso, algumas coisas você pode aprender a ceder e flexibilizar. Elas não vão prejudicar tanto assim o resultado final. Na verdade, podem até colaborar para que ele aconteça de forma ainda melhor e mais plena.
Sair do plano por alguns instantes não significa se perder da rota. E, já sabendo disso, que tal planejar de forma mais realista a sua semana? Não abra mão do que é inegociável.
Diga “não” para o que realmente precisar — isso é muito importante. Mas não deixe que o plano te engesse para outras coisas que fazem parte e também são importantes.
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cc: @sarah.ferrreira
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