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encontre o seu lugar

26/05/26

BOM DIA

encontre o seu lugar

o melhor lugar é sempre ao lado das pessoas que conseguem nos acolher sem máscaras. faça questão de encontrar e cuidar do seu lugar no mundo, porque ninguém vive bem sozinho.

….

  1. Quer uma caneta muito boa? Com essa daqui você não vai se arrepender. 🖊️

  2. Você, assim como eu, já insistiu em terminar um livro ou um projeto que já não fazia mais sentido? Se sim, é importante praticar a arte de desapegar. 👋

  3. Para quem nunca viveu uma sessão de terapia — ou se interessa pelo assunto — essa série retrata bem a dinâmica. 🛋️

  4. Adoro esse pão sem glúten! 🍞

  5. Sobre os seus pensamentos: um lembrete. 📝

  6. Uma música que me leva pra outra dimensão! 🎶

Você sabe o que são as “Vilas” da vida adulta? Recentemente, escutei esse conceito e achei fantástico.

Basicamente, são as amizades da vida adulta — e que precisam ser construídas com intenção. Afinal, todo adulto vive cansado, ocupado e grudado no celular. Então, é preciso aceitar que amizades não irão simplesmente acontecer.

Enquanto você frequentava a escola ou a faculdade, por exemplo, a proximidade e a convivência construíram algumas “Vilas”. Mas, depois disso tudo, todo mundo tem diferentes calendários, cônjuges, prazos a cumprir e, muitas vezes, até esgotamento para lidar com tudo isso.

  • E assim, se quiser uma comunidade, uma rede de apoio, você precisa criar isso e colocar algum esforço na manutenção dessas relações.

Não sobrevivemos isolados. Nossa natureza complexa é altamente social e viver isolado pode causar efeitos graves até para a sua saúde. Então, é preciso criar espaço na agenda para a conexão — assim como faz com o trabalho, por exemplo.

Até porque boas amizades são o tipo de coisa que te ajudam a viver melhor, inclusive no ambiente profissional. Na prática, a experiência evidencia isso.

Hoje, o objetivo é te ajudar a traçar esse plano para criar ou fortalecer as suas “Vilas” de amizades. Aqui vão algumas dicas muito, mas muito práticas para isso:

  1. Regra do algo recorrente”: uma “Vila” é construída com rotina, como acontecia na época da escola com o seu grupo de amigos. Você pode criar isso por meio do “café de quinta”, da “corrida de domingo”, do “clube do livro” ou do “treino da semana”. Quando existe recorrência, ninguém precisa decidir algo toda vez.

  2. Lembre-se de que é okay ter amigos para contextos diferentes: o amigo da academia, o amigo de viagens, o amigo que manda mensagens e o amigo das conversas profundas. Contextos e energias diferentes, quando agrupados, formam a sua “Vila”.

  3. Convide antes de estar preparado: você não precisa do apartamento perfeito ou de um aparelho de jantar impecável para receber alguém. Convide 4, 5 ou 6 pessoas, prepare o que conseguir e, especialmente se a ideia te assustar muito, prepare algo simples — mas faça o convite. O primeiro encontro pode parecer estranho, mas o quarto já terá cara de tradição e aconchego.

  4. Diminua a barreira de entrada: nem todo encontro precisa ser um jantar de 3 a 4 horas. “Topa ir fazer mercado junto?”, “Vem ficar aqui comigo enquanto arrumo isso” ou “Treino amanhã às 6h?

  5. Inicie o movimento sem precisar agradar ou compensar demais: em vez de dizer “vamos marcar alguma coisa qualquer hora dessas”, tente “anima uma caminhada neste domingo às 9h? Ou no próximo?

  6. Se faça presente: quando alguém compartilhar algo importante com você, faça questão de acompanhar; depois de um evento importante, mande mensagem para saber como foi; quando houver uma conquista, celebre junto, reconheça e dê os parabéns. A maioria das pessoas desaparece depois de alguns encontros e poucas conversas.

  7. Crie pequenas tradições: é uma questão de pequenas repetições. A mesma mesa de café toda semana, um ritual de encontro no aniversário, uma viagem de verão ou até uma ligação de sexta-feira. É a repetição que cria a sensação de pertencimento.

  8. Dê tempo para as coisas amadurecerem: a engrenagem não vai começar a rodar em um mês, mas talvez em 3 ou 6 meses de consistência.

  9. Priorize o offline: realmente precisamos de atividades fora do celular e das redes sociais. Se conectar online é muito fácil, mas também muito mais raso. O tempo compartilhado no offline cria as melhores memórias, piadas internas e a sensação de realmente conhecer o outro.

Espero que tudo isso possa te ajudar, de forma muito prática, a começar a criar a sua “Vila” do zero ou fortalecer os relacionamentos que você já tem.

— @Sarinha

72,29% de vocês votaram “Sim” na enquete da última semana, dizendo que, entre todas as coisas que vocês tinham para fazer, conseguiram elencar aquelas que realmente precisavam ser realizadas e que não podiam ser negligenciadas. A seguir, alguns comentários:

👏 “Consegui realizar 70% do que pretendia. Já considero isso uma vitória, pois semana passada não consegui realizar nem 10% do que havia me comprometido a fazer. E consegui decidir pelas minhas prioridades.

🤗 “Escrevi no meu risque rabisque. Não dá para ser tudo. Você vai ter que escolher, e vai ficar tudo bem... mesmo assim, estou com muita dificuldade, mas creio que é hábito. E, como toda mudança requer tempo, estou treinando.

😊 “Consegui focar um pouco no meu Inglês, não priorizei meus estudos relacionados a minha área e comprei um curso de desenho mas nem comecei. Gostaria de fazer mais coisas fora da internet, mas não sei o que fazer. Comecei um livro, mas estou o negligenciando; estou lendo no máximo 5 minutos por vez. São coisas que preciso melhorar.

Escolha uma das dicas para criar ou fortalecer suas “Vilas” de amizade e coloque-a em prática hoje. Se faltar motivação, tente se lembrar de quantas vezes o que te faltou foi apenas a oportunidade de dar boas risadas ao lado de alguém.

Amigos são muito valiosos e é preciso esforço para cultivar a presença deles em nossas vidas. De uma vez por todas, tire da cabeça a ideia de que boas amizades são de baixa manutenção.

Vínculos demandam interesse, convivência e trocas. Crie ambientes em que a sua vulnerabilidade possa ser acolhida e também acolha — sem julgamentos — a vulnerabilidade dos bons amigos.

Uma “Vila” para chamar de sua faz a vida bem mais feliz. Se ajudar, você pode mandar essa edição para se alinhar com os seus amigos. Façam juntos o combinado de nutrir a própria “Vila”.

A melhor resposta para a raiva é o silêncio.

Marco Aurélio

Quando já está mal, uma boa forma de evitar uma raiva ainda maior pode ser o silêncio. Não fazer nada e simplesmente criar um espaço entre o estímulo e a sua resposta.

Quando a emoção é ativada no seu corpo, seu cérebro não consegue simultaneamente direcionar energia para o pensamento lógico e para a análise fiel dos fatos da situação. Isso exige atenção e tempo, algo difícil de acessar enquanto o seu corpo vivencia uma emoção forte — porque isso já exige muito do organismo.

Palavras e atitudes raivosas quase sempre são excessivas e geram arrependimento. Eu sei que você já tem plena certeza disso, pois, em algum momento, já viveu isso. Então, gostaria apenas de te perguntar:

  • Por que segue perpetuando o ciclo?

  • Por que ainda responde na hora, fala alto, tenta devolver na mesma moeda e faz coisas das quais se arrepende quando ainda está com os nervos à flor da pele?

  • Será que não dá mesmo para esperar um pouco?

Talvez você só não tenha testado o contrário e percebido que pode ser muito melhor. Talvez ainda não tenha entendido que tem o direito de não reagir imediatamente, que não é obrigado a responder na hora e que pode se dar tempo e espaço para simplesmente não piorar o que já está ruim.

Não é uma questão de ignorar a raiva, mas sim de dominá-la e não permitir que ela te controle enquanto ainda está à flor da pele no seu corpo. Isso, sim, é o que costuma gerar danos irreparáveis.

É aí que entra o raciocínio de Marco Aurélio, vindo do Estoicismo. Uma filosofia que prioriza o domínio de si por meio da confiança na própria capacidade de não se abalar pelas emoções e pelos acontecimentos da vida. Essa confiança se desenvolve por meio da prática e da reflexão sobre a imprevisibilidade e a brevidade da vida.

Nesse sentido, para o imperador e para os estoicos, a raiva é uma reação impulsiva que nasce quando estamos centrados apenas no nosso ponto de vista e interpretamos algo como injusto, ofensivo, incontrolável ou prejudicial — sendo que o problema não está necessariamente nos acontecimentos em si, mas justamente nos julgamentos feitos sobre eles.

Estoico ou não, é difícil negar que o silêncio, por vezes, é simplesmente melhor do que qualquer argumento. E saber silenciar é uma habilidade sofisticada e extremamente valiosa em diferentes tipos de situação, especialmente quando a raiva e a tristeza assumiram as rédeas.

Você é mais valiosa do que imagina

Miranda já sabia. Agora você também vai. O Staffing Industry Analysts confirmou: o Brasil virou o principal polo de talentos para empresas norte-americanas. Qualificação técnica, proximidade cultural e comunicação eficiente fazem do perfil brasileiro o mais disputado do momento.

Se você já se pegou desenhando um futuro global para a sua carreira, os especialistas em planejamento internacional da D4U Immigration realizam uma análise de perfil 100% gratuita para entender suas possibilidades para o Green Card, com base na sua trajetória profissional.

Tenho 29 anos, sou mãe e atualmente estou no meio corporativo. É a minha primeira experiência nesse ambiente, e a insegurança me acompanha em tudo, desde as roupas até a minha atuação profissional. As mulheres super arrumadas. Parece clichê, mas a insegurança caminha comigo — e até minha voz fica trêmula.

Primeiramente, parabéns pela sua coragem! A rotina do meio corporativo já não é fácil, especialmente para uma jovem mãe como você.

E talvez esse seja o ponto que precisa entender: será que faz realmente sentido ficar se comparando com mulheres que, além do local de trabalho, vivem circunstâncias tão diferentes das suas?

Uma coisa é você querer se arrumar e querer algumas roupas, na medida em que a sua realidade financeira permitir. Porque acha bonito, acredita que se sentiria bem assim e entende que essa forma de autocuidado faz sentido para você. Outra coisa é querer isso apenas porque todo mundo parece seguir esse padrão.

O mundo corporativo, como qualquer ambiente, pede determinadas posturas e vestimentas, mas será que não dá para se encaixar da sua forma?

  • Será que as pessoas estão realmente prestando mais atenção no que você veste do que no valor que você entrega?

  • Se vestir de determinado modo pode realmente agregar valor ao seu trabalho?

Pode ser que sim, e essas são apenas perguntas que podem te ajudar a refletir.

Agora, sobre a questão profissional, talvez você realmente não vá caminhar no mesmo ritmo que outras mulheres que não têm filhos ou uma casa para cuidar, por exemplo. Mas será que você realmente quer se equiparar a elas neste momento? Essa também é uma reflexão importante.

Pode ser que sim e, se essa for sua resposta, entenda que terá que sacrificar um pouco — não abdicar — de algumas questões muito próprias da maternidade e da educação dos filhos, por exemplo. Não dá mesmo para ter tudo.

Se, ao refletir, descobrir que a sua resposta é diferente e que, na verdade, não está disposta nem mesmo a sacrificar algumas coisas que dizem respeito à sua maternidade e à sua família, vai precisar entender que não faz sentido ficar se comparando com todas as mulheres do seu trabalho. Porque elas não vivem as mesmas circunstâncias que você.

  • Se faça essas perguntas. Elas podem realmente te ajudar a descobrir qual é o seu ritmo e o que realmente importa para você.

Eu imagino que será um caminho difícil, mas espero que consiga, com o tempo, aprender a valorizar a sua coragem, o seu esforço e os pequenos passos que der. A única comparação que faz sentido para você é com a sua versão de ontem.

Talvez essa comparação — que é, de fato, a única pertinente — possa te deixar mais orgulhosa do que ansiosa e insegura.

Fui promovida recentemente no trabalho e fiquei muito feliz, mas o “medo” de não saber se eu realmente sou capaz está me rondando. E estou em uma fase em que, ao mesmo tempo que quero me entregar e fazer o meu melhor no CLT (que atualmente é um bom emprego), eu também quero começar a empreender e me dedicar para isso. Como conciliar esse misto de sensações?

Oiii. Você está onde deveria estar. Se você foi promovida, você mereceu e é capaz de assumir esse novo cargo.

Entendo que ser CLT e, ao mesmo tempo, querer se dedicar ao empreendedorismo é difícil, mas, se esse for o seu sonho, você vai conseguir se organizar para se dedicar às duas coisas. E tudo bem também não conseguir se dedicar 100% às vezes.

Dê o seu melhor em todas as coisas e, principalmente, se dê tempo para assimilar todas essas mudanças. ❤️

— Resposta da nossa leitora, Maria Clara de Jesus.

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