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dance like nobody's watching
dance like nobody’s watching
vou te contar um segredo: você precisa dançar um pouquinho pela manhã antes de sair de casa. confia em mim, isso vai mudar a forma como você enfrenta o seu dia.

POV

(tradução: não pense)
Outro dia, terminei de assistir ao debate presidencial entre Biden e Trump. Um pouco antes disso, eu estava escutando uma das minhas playlists favoritas - Divas Pop anos 2000 (escutar ela dá uma dose de autoconfiança, juro).
Na manhã seguinte, acordei de um sonho onde Biden e Trump estavam performando juntos, ao som de Britney Spears. Imagina a loucura?
O conteúdo que consumimos — assistimos, ouvimos e lemos — molda os nossos pensamentos e sonhos. Nossa realidade subjetiva é filtrada pela nossa mente, e o que absorvemos se torna parte dela.
Quando você ouve uma música repetidamente, ela fica “presa na sua cabeça”, parece que não consegue sair. Isso pode acontecer também com qualquer outro tipo de conteúdo, até o feed do Instagram que você rola sem nem se dar conta do que está consumindo.
Quanto mais absorvemos uma mensagem ou tipo de mídia específico, mais esse conteúdo ocupa espaço precioso em nossa mente. Por isso a importância de escolher o que você consome.
Se você é uma pessoa ansiosa, consumir notícias ruins todos os dias não vai tirar as suas preocupações;
Se você luta com algum distúrbio de imagem, rolar o Instagram não vai aumentar sua autoestima;
Se você lida com a raiva, jogar jogos violentos não vai diminuir o seu stress.
Como consumidores de conteúdo, é importante sermos cuidadosos com o que escolhemos. Afinal, nossos pensamentos estarão cheios disso.
A maioria das pessoas consome mídia sem pensar muito. Elas cantam músicas sem realmente assimilar as letras. Assistem a vídeos tóxicos no TikTok do ou Instagram sem considerar como isso pode influenciar suas crenças. Leem notícias falsas no Twitter sem discernir quais manchetes são deliberadamente exageradas para provocar frenesi e medo.
Ao consumir algum tipo de conteúdo, raramente paramos para perguntar: Isso é gentil? É amoroso? É necessário? É verdadeiro?
Quer percebamos ou não, o conteúdo que consumimos molda nossa visão de mundo. Mas você não precisa ser definido pelo conteúdo que consome. Na verdade, você tem escolha para fazer o inverso: o seu consumo de conteúdo pode ser definido por você!
"Os cérebros são plásticos e você pode sentir seu cérebro sendo reprogramado", disse Jeff Bezos a Lex Fridman em uma entrevista.
Ele conta um exemplo de quando o jogo Tetris ganhou popularidade. Após horas jogando e pensando em estratégias para encaixar as peças, percebeu que havia reprogramado seu cérebro para o jogo.
Hoje em dia, os cérebros não estão sendo reprogramados tanto para jogar Tetris (saudades), mas sim para obter doses constantes de dopamina. E eu me preocupo com o impacto que isso tem em nossas vidas e nossos relacionamentos.
Como sociedade, estamos nos tornando cada vez mais impacientes. Interrompemos uns aos outros, não queremos ouvir as histórias de quem amamos; queremos a versão resumida. E, quando surge a oportunidade, mudamos de assunto como se estivéssemos rolando no feed algo que não é interessante o suficiente.
O envolvimento superficial que inunda nossos relacionamentos humanos imita nossos feeds. Não queremos realmente ouvir e aprender uns com os outros; queremos conexões rápidas. Bezos chama nossos smartphones de “dispositivos que encurtam a atenção” porque a maioria das coisas que fazemos neles reduz nossa capacidade de concentração.
Fico feliz que você esteja lendo esse texto até aqui, ou ainda, que tire um momento na sua semana pra ler esses e-mails.
A solução mais simples e eficaz para combater nossa dependência de mídia que encurta a atenção é exatamente essa: consumir mais conteúdo de longa duração, que exija algum nível de concentração.
Newsletters. Livros. Podcasts. Documentários. Artigos. Dessa forma é como se a gente recalibrasse nosso cérebro para a profundidade, percebe? É uma honra ter você aqui, mergulhando mais fundo com a gente!
— Gabi
FILOSOFANDO

(tradução: a mudança pode ser luz do sol se você deixar entrar)
“Não devemos permitir que as percepções limitadas de outras pessoas nos definam"
Muitas vezes nos limitamos para caber naquilo que as pessoas definem sobre nós:
“Esse é o jeitinho dela”;
“Ele só gosta disso”;
“Isso é a sua cara!”.
E, às vezes, você nem tem aquele jeitinho mais. Você nem gosta daquela coisa específica, ou mudou de ideia e, o que era sua cara antes, não é mais.
Mas as definições do outro tem um peso grande. Às vezes, são elas que dão início à “Síndrome de Gabriela”: nasci assim, cresci assim, vou ser sempre assim.
Sabe por quê? Porque o seu ego adora ser lembrado, adora saber que está marcado de alguma forma na cabeça das pessoas.
Mas será que vale a pena, abrir mão de todas as oportunidades do que se poderia ser, de todas as novas ideias que poderia aderir, pra viver nessa prisão criada pelo ego?
Deixo essa pergunta pra que você reflita sobre a sua resposta.
— Sarinha
DESABAFO

Quando algum problema que me estressa ou me deixa em uma situação desagradável, eu acabo criando o "mundo perfeito" é fico nele, não sei como lidar nessa situação, pois sei que não posso mais fugir dos meus problemas ou dos meus sentimentos, o que eu devo fazer?
Acredita que a escritora aqui, também já foi assim?
Mas o mundo adulto exige uma postura diferente, que, inclusive, descobri que faz muito bem para minha mente e bem-estar assumir.
Sabe por quê? A gente sempre sabe que precisa fazer o que precisa ser feito. E a sua consciência não vai te dar trégua até que você faça.
Veja bem: É horrível lidar com problemas. É difícil assumir responsabilidades. Mas não tem como fugir disso. E ENCARAR essa realidade vai te ensinar que, se você for corajoso para a luta, sempre tem uma solução. E aí vem a grande virada de chave: descobrir que a sensação de cumprir a tarefa é sempre muito melhor do que a de ficar estagnado no mundo do “ideal”.
Uma coisa que me ajudou muito e virou regra na minha vida é: não deixar para depois o que posso fazer agora.
Apareceu uma situação problema: tenho disponibilidade de tempo para resolver AGORA? Então resolverei agora;
Tem uma tarefa difícil pra entregar no trabalho: é a primeira que vou encarar no dia;
Chegou uma mensagem no WhatsApp: se estou desocupada, vou responder no mesmo momento.
Porque eu sei, e você sabe, que tudo isso que você ignora, joga pra baixo do tapete por um momento, volta a para te assombrar em outro.
Por isso, que tal um novo lema pra sua vida? “Fazer o que precisa ser feito”.
Na teoria, é simples assim mesmo. Na realidade, é mais difícil. Mas, com a prática, fica cada vez mais fácil e automático. Eu posso garantir.
Como lidar com a dúvida do que fazer da vida?
A principal ideia que você deve ter em mente é que: a dúvida sobre o que fazer não deveria te impedir de fazer ALGUMA coisa.
Sei que as opções parecem infinitas. A todo momento, somos expostos a diversas coisas diferentes. Por isso, fica cada vez mais difícil escolher uma coisa só.
Mas você vai ter interesses e habilidades que favorecem mais alguma atividade ou assunto. Que tal prestar atenção nisso, e fazer a sua primeira escolha?
Depois, quanto mais experiências você tiver, mais próximo estará de descobrir aquilo que é melhor pra você. O que pode levar aaaaaanos. É assim mesmo, com todo mundo.
Mas se você acredita que refletir dentro da sua cabeça sobre coisas como propósito de vida, vocação, dom… é suficiente para, de fato, descobrir tudo isso, prefiro te dizer que não é assim que funciona. Simplesmente não é.
É no mundo, vivendo, agindo, que a gente descobre.
E lembre-se também, que a incerteza é parte fundamental de viver. Tudo é sempre um risco e não escolher nada, por causa disso, também é uma escolha: de não sair do lugar.
— Sarinha
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NA GAVETA

Ela é minha conterrânea e muito sábia. 📝
Não sou a maior fã de comédias. Mas essa aqui consegue me fazer rir e MUITO! 🤣
Se você é daqueles que toma um pouquinho de café a cada momento do dia, esse copo é um investimento de muita qualidade. Tenho adorado o meu! ☕️
Fico tão orgulhosa de ver produções brasileiras dando um show nas plataformas de streaming. Maratonei essa série nova da Netflix.🍿
Como vocês curtem dicas de livros, esse é o livro que estou lendo atualmente (e adorando). 📚
Olha aqui quem devia ser o amor da sua vida! ❤️
LAST BUT NOT LEAST
É uma escolha: a dor de permanecer onde estar X a dor do crescimento. 💊
😁🫥🙁 Quão satisfeito você ficou com essa edição? Nos conte aqui.
rising 🦋
cc: @sarinhaspov e @gabriellagoldenstein
Despertando sua melhor versão. Afinal, se tudo na vida é ponto de vista, por que não aprender um melhor jeito de enxergar?
Toda terça e quinta, na hora que o sol nasce, direto na sua caixa de entrada do e-mail favorito.
Dúvidas, feedbacks ou sugestões? Responda esse e-mail ou envie um direct pra gente. Adoramos sua companhia! :)
até quinta-feira!
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