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a ilusão da decisão certa
28/04/26

BOM DIA
a ilusão da decisão certa
nenhum caminho é perfeito. o que torna uma escolha melhor do que outras é a sua decisão de sustentá-la, se doar para ela e, assim, fazer daquela opção a melhor possível. é uma questão de idealizar menos e trabalhar mais o seu próprio potencial.
….

Hoje é uma terça-feira qualquer, e sabe o que seria incrível fazer? Seria incrível, do nada, colocar essa música para tocar e chamar o seu amor para dançar com você.
Não tem um amor? Então, coloque essa aqui e dance sozinho.
Você conhece a história desse homem? É incrível.
Aprendi a usar isso aqui para prender o cabelo — e agora acho muito chique!
Para quem quer aprender mais sobre receber, deixo aqui uma dica de respeito.
Profissão, títulos, opiniões, papéis, tudo vira identidade. Mas o que acontece quando esses rótulos caem?


tradução: "meu sucesso é inevitável, porque eu simplesmente continuo comparecendo.”
Você precisa escolher a sua escolha.
Se há uma coisa em que não pode se apegar no momento de fazer escolhas, é às certezas. E, se há uma coisa à qual deve se apegar diante de uma escolha feita, é à sua capacidade de sustentar essa escolha — ou seja, fazer dela o melhor possível.
É curioso como parte de escolher é tentar vislumbrar certas garantias, ao mesmo tempo em que é intrínseco a qualquer escolha o risco.
Muitas vezes, ao se deparar com uma encruzilhada, com caminhos a escolher, pode-se cair na ilusão de achar que um deles seria o perfeito, o mais seguro, o ideal.
Mas, na verdade, esse possível apego a um cenário perfeito e a esperança de ainda encontrar um caminho sem pontos negativos revelam uma conexão muito maior com ideais e fantasias do que com a realidade.
E é tão idealista e, em certa medida, imaturo, quanto a espera por um caminho perfeito, ao descobrir que até naquele caminho que se julgou melhor também existem desafios, correr para a ideia de que, se tivesse escolhido outra coisa, esse problema não existiria.
Assim, começa um ciclo de culpa e arrependimento: um vai e vem entre as possibilidades, uma eterna patinação entre opções que resulta em nada mais, nada menos que inércia.
Aí mora um grande perigo: a perda de tempo. O tempo usado para remoer e se arrepender é o mesmo que poderia ser usado e investido para fazer o melhor possível no cenário que tem em mãos — ou seja, no resultado daquela escolha que fez lá atrás.
É muito simples: o “e se?” é, obrigatoriamente, sempre uma ilusão, uma vez que uma escolha foi feita.
O passado não existe mais, serve apenas de lição e, ainda assim, deve ser usado com moderação. Porque, como já dizia um velho ditado que certa vez aprendi com uma amiga: “para trás não se olha nem para pegar impulso.”
Quando você abraça essa ideia, passa a entender que o seu dever diante de uma escolha que fez é sustentá-la.
Nada, nem ninguém, além de você mesmo, é responsável pelas suas escolhas, assim como só você pode viver as consequências delas.
Sendo assim, sustentar uma escolha é assumir uma postura ativa diante daquilo que lhe foi colocado como consequência dela e, mais ainda, assumir uma postura ativa diante da vida, sempre com o seguinte objetivo: como posso fazer do que tenho em mãos o melhor possível?
A melhor escolha, no fim, é sempre uma decisão consciente de se responsabilizar por aquilo que você busca e sustentar o que vem com isso.
É sempre uma decisão consciente de trabalhar com a realidade dos fatos, ou seja, com aquilo que se apresenta diante de você, com o que a vida lhe coloca, e fazer o melhor possível com isso. E isso sempre é possível.
O ser humano é dotado dessa liberdade que nem mesmo as situações mais desumanas e horripilantes podem lhe arrancar.
Se você fez uma escolha, o melhor é esquecer as outras opções que ficaram para trás. Foque sempre no novo leque de possibilidades que se abre a cada tomada de decisão, pois isso é o que faz a vida seguir em frente.
Arrependimento e culpa servem apenas como uma trava para os pés, para a mente, para as mãos… e estagnarão qualquer sonho, plano e possibilidade.
Da próxima vez que se pegar idealizando cenários que ficaram para trás — cenários além daqueles que as suas escolhas lhe possibilitam na realidade presente — lembre-se da frase daquela minha querida amiga:
“Para trás a gente não olha nem para pegar impulso.”
Escolheu? Sustente o que quer que venha com isso, pois o sentido da vida está sempre adiante, e a sua satisfação e compromisso com essa realidade devem estar sempre presentes… no presente.
— @Sarinha


tradução: “eu sou capaz de fazer coisas difíceis.”
Se você tem enfrentado alguma encruzilhada, quero fazer você refletir sobre algo muito prático que pode ajudar na hora de tomar uma decisão:
Qualquer uma das opções tem vantagens e desvantagens — e o risco de dar certo ou não é mesmo incontrolável.
Antes de tudo, é essencial entender isso. Não dá para prever, planejar e calcular tudo o que se gostaria no cenário de uma escolha.
E, se não dá para se assegurar de tudo, é preciso focar naquilo que é controlável. Na verdade, é só isso que está sob o seu controle em qualquer situação: a sua capacidade de agir, raciocinar, refletir, aprender, descobrir, evoluir e ser bom.
É nisso — só nisso — que você deve se agarrar. No seu potencial, na sua força, no seu talento, nas suas virtudes e, principalmente, na sua capacidade e VONTADE de aprimorar cada vez mais tudo isso, a cada dia e sempre que aquilo que a sua escolha colocou à sua frente lhe exigir.
No fim, é sempre isso que faz de qualquer decisão a escolha certa.


A origem da bagunça é o excesso.
O excesso de opções, demandas e planos diferentes, ou o excesso de expectativas, sobrecarrega e deixa a mente confusa. Fica mais difícil ordenar, pois a ordem depende de limite.
E até para quem ocupa muitas posições e responsabilidades — e não tem a opção de abrir mão delas — é possível criar esses limites ao hierarquizar e priorizar.
Afinal, para organizar, você precisa escolher. E, quando há coisas, tarefas, desejos e informações demais, fica realmente mais difícil tomar uma decisão.
E é aí que isso se torna ainda mais necessário hierarquizar e priorizar. Caso contrário, tudo começa a competir com tudo, e a bagunça interior faz surgir também a exterior.
É a bagunça que nasce do acúmulo e da vontade de controlar várias coisas ao mesmo tempo, sem critério.


Por conta de uma gravidez não planejada, casei-me com a pessoa errada. Amo a minha filha de 11 meses e não consigo ficar longe dela; porém, todos os dias luto contra a insatisfação no meu relacionamento para não me afastar da minha filha…
Tudo NÃO está perdido.
Primeiramente, você ainda está em um momento delicado. Sua filha tem apenas 11 meses e essa fase exige muita energia dos pais, principalmente da mãe. Você deve estar cansada, emocional e fisicamente exausta. Mas isso vai passar.
Sua filha não exigirá tanto para sempre, especialmente com o cuidado e o vínculo que você já está construindo com ela e com a boa educação que você lhe dará.
Em segundo lugar, acho importante pensarmos nessa ideia de “pessoa certa”, pois isso não existe. As pessoas são todas da mesma natureza: cheias de defeitos e qualidades.
Portanto, dificilmente existirá alguém “certo” para você, pois sempre será uma pessoa diferente de você. Isso significa que diferenças de hábitos, valores e formas de viver exigirão paciência, adaptação e disposição para construir uma convivência possível.
Mas isso é possível com o tempo, muito diálogo e uma disposição mútua para colaborar e fazer as coisas acontecerem a dois.
Muitas vezes, o amor é simplesmente aceitar a pessoa que escolhemos com tudo o que ela é, aprender a lidar com os seus defeitos e, principalmente, exaltar as suas qualidades.
Com o tempo, o movimento natural pode ser que a pessoa se sinta mais acolhida e, a partir disso, também mais disposta a crescer dentro da relação — para si mesma e para quem está ao seu lado. Dizem que é possível aprender a amar quem escolhemos.
Esse é um espaço muito pequeno para falarmos sobre isso — e eu não sei o que te faz pensar que essa pessoa não é a “certa”.
Mas, pela forma como você escreveu, me inclino a imaginar que não seja algo inaceitável — que extrapola o limite da tolerância — e sim algo mais relacionado à construção de uma relação.
Vocês parecem não ter tido muito tempo ainda, especialmente com a chegada de um bebê no meio do processo.
Por isso, talvez seja válido esperar pelo menos os nervos das circunstâncias se acalmarem — ou seja, ter uma criança de 11 meses que demanda quase toda a sua energia — e tentar enxergar o seu parceiro como ele é e não como o que você idealizava para, quem sabe, conseguir aprender a amá-lo assim.
A verdade é que ninguém é feliz sozinho e pode ser melhor criar uma criança com apoio.
Seria bom dar tempo ao tempo e deixar a vida voltar ao normal?
Não há mesmo recursos antes da separação?
Se manter nessa relação é mesmo insustentável e pior para você e para a sua filha?
Dá para tomar um pouco mais de tempo, até mesmo para, simplesmente, digerir a nova versão sua que nasceu junto com sua filha?
Sinto minha vida totalmente estagnada. Sensação de que todos ao meu redor estão vivendo seus propósitos e eu aqui, sozinha. Não consigo lidar com a solidão de forma "boa", mas percebo que os outros conseguem.
Hoje, vamos fazer algo diferente aqui. Todos vocês terão a oportunidade de responder ao desabafo acima. Seja com alguma dica, conselho, relato ou apenas alguma mensagem de apoio mesmo.
E aos que forem responder, vale sempre o lembrete: sejam gentis.
Clique aqui e comente nesse post a sua resposta ao desabafo da leitora. A melhor resposta vai figurar em uma das nossas edições na semana que vem.
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